clap, clap, clap

escrito por Felipe Senise em 03/01/2009 | Sem comentários
categorias: Ad

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Gostei de ver o disruption da TBWA para Pepsi: Optimism.

Esse negócio de questionar as convenções e fazer algo realmente novo funciona mesmo, né não?

 

 

 

melhores de 2008 (4)

escrito por Felipe Senise em 29/12/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento

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Seguindo meus comparsas de Estalo, eis as 5 bobagens que eu mais gostei de ter escrito em 2008.

Em ordem cronológica:

1) RBR, cebolas de marca e a preguiça de pensar
Uma brincadeira do site da Red Brick Road com metodologias de construção de marca me inspirou a escrever sobre como as vezes muita gente se esconde atrás de fórmulas por pura preguiça de usar o cérebro.

2) Planejador de xxxx?
Esse causou polêmica. Polêmica oriunda de outra polêmica, que rolou no Papo de Boteco do GP, sobre planejadores de outras disciplinas. Foi tão bacana que os comentários estão mais legais que o post.

3) Sobre a cultura do malandro e o medo de ser otário
Todo mundo sabe que a malandragem é um dos traços mais característicos da cultura brasileira. Só que isso causa uma série de problemas no dia-a-dia. Em um país de malandros, o que mais se vê é o medo de ser otário.

4) Why so serious?
O Joker tem uma teoria: as pessoas têm medo das coisas que saem do plano. As marcas também. Por isso que dificilmente emplacam coisas legais. O plano é chato, o que sai do plano dá medo.

5) Uma questão de escala
Já reparou que todo case tem uma parte que mostra que 100.000 pessoas viram um “viral” no Youtube e que teve uma mega mídia espontânea em meia dúzia de blogs? Resolvi escrever sobre isso como uma questão de escala.

 

 

 

banco imobiliário da vida real

escrito por Werner Iucksch em 28/12/2008 | 1 comentário
categorias: Design

Muito louco: em Hong Kong a maior parte do dinheiro que circula nas ruas é produzido por bancos comerciais, inclusive bancos privados. Me lembrou o banco imobiliário. É como se o Itaú desse um tipo de cédulas nos caixas e o Bradesco emitisse outro tipo, com outros gráficos, em seus ATMs. No final tudo vale a mesma coisa, mas é o banco que garante o valor daquela cédula. Se o HSBC quebra, por exemplo, quem tem dinheiro do HSBC pode perder tudo se o governo não intervir. Saquem só:

Bank of China

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HSBC

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Standard Chartered Bank

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Governo de Hong Kong

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Imagino se foi a JWT que desenhou as cédulas do HSBC, job muito louco… alguém aí se arrisca a desenhar o real do Itaú, Bradesco ou afins?

 

 

 

melhores de 2008 (3)

escrito por Mastropietro Luiz em 26/12/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento

Final de ano. Hora de fazer um balanço do que rolou em 2008 e sonhar com 2009. Hora de fazer um review dos posts mais interessantes que foram produzidos em 2008 aqui no estalo. Eis a minha lista.

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1) A propaganda contra a propaganda
Uma visão sobre as iniciativas da indústria da propaganda que visam o extermínio da própria propaganda.

2) A carapuça das agencias de propaganda
Agências de propaganda são especialistas em criar idéias para os outros. E se elas usassem toda a sua criatividade para criar produtos para si própria?

3) Matt, o grande estrategista
Matt, o criador da dancinha do “Where the Hell is Matt?” Dá uma lição de simplicidade e nos fazem refletir sobre as pretenciosas “Big Ideas” que os planejadores tanto almejam.

4) Hieróglifos contemporâneos
Cada vez mais a linguagem visual ganha espaço em nossos alfabetos. Estariam os ícones, imagens e formas não verbais se tornando os novos hieróglifos contemporâneos?

5) Minimizando o paradoxo da escolha
As implicações, problemas e oportunidades da fadiga mental causada pela proliferação de produtos que geram o paradoxo da escolha. A mesma lógica também se aplica ao consumo de mídia, como abordada no post “Quanto mais opções, menos audiência“.

6) O fascinio por esquemas visuais
Um papo sobre os cacuetes freqüentes de planejadores e o seus esquemas visuais. Seguindo a onda de representações visuais, ainda teve o post “O mapa mental do planejamento”, que também procura usar os esquemas visuais na tentativa de explicar qual é o real trabalho de um planejador.

 

 

 

Melhores de 2008 (2)

escrito por Luiz Yassuda em 26/12/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento

Seguindo a lista começada no post anterior pelo Werner, listo aqui alguns dos meus posts preferidos de 2008 feitos aqui para o Estalo:

podio

1) E o que veremos em 2008? - fechou um ano interessante de discussões em 2007. Minha intenção foi analisar um pouco uma série de discursos que faziam previsões para 2008.

2) Pecha Kucha - limitando os loucos do “with PowerPoint, I’m God” - É um post bem informativo, mas que trouxe pela primeira vez para algumas pessoas o conceito do Pecha Kucha. Quem ainda não conhece e faz apresentações em PPT deve dar uma olhada.

3) Dar o furo ou dar com os burros n’água? - Post que se opõe a esta mania estranha das marcas de construírem um pioneirismo que pouco vai acrescentar a ela. Partiu dos QR Codes e trouxe alguns exemplos torpes.

Além disso, também noticio que o Estalo está concorrendo na categoria Publicidade e Comunicação no concurso Best Blogs Brazil 2008. O link para votar está bem aqui. Provavelmente não ganharemos porra nenhuma, mas a lembrança de alguns leitores vale a menção do concurso.

 

 

 

melhores de 2008

escrito por Werner Iucksch em 19/12/2008 | 1 comentário
categorias: Pensamento

Dezembro, clima de retrospectiva. Resolvemos colocar no ar os posts preferidos que cada um dos autores escreveu em 2008.

Top 2008

Então resovi ser o primeiro a fazer isto. Eis os meus post prediletos, sem ordem definida:

Por que estratégias digitais fracassam? Parte 1 e Parte 2
Me inspirei em artigos da Ideagarden para escrever essa lista de pontos. Ele nasceu da minha insatisfação com praticamente tudo que se escreve sobre estratégia digital, sendo orientado em razoes práticas, preto no branco, de coisas que atrapalham o desenvolvimento de planos que funcionem e explorem direito o potencial da web.

connectors pra quê?
Gostei de escrever esse post porque ele desafia o relativo consenso em torno do que quer que Malcolm Gladwell escreva, baseado em ciência de verdade.

web 2.0 é para quem quer ou para quem pode?
Esse post é outro post que comecou como um projeto para minha pos e achei que tinha potencial para entrar na discussão do Estalo. Esta é uma questão importante, pois me parece que muitas vezes fazemos coisas “que a Nike tá fazendo” para marcas que não nenhuma afinidade com web 2.0, sem pensar se realmente vale a pena.

idéias compartilhadas (e que normalmente vêm de fora)
Esse é legal pela provocação. Onde estão os grandes pensadores de comunicação brasileiros? Será que todo mundo tem medo de expor opiniões?

Inspiring Communication
Essa é uma apresentação que fiz com o Luiz e meu ex-chefe Martin Montoya já fazem alguns anos, porém ainda contém muito do que penso sobre marcas e comunicação em geral. Se você tiver paciência para ler tudo, certamente não vai se arrepender.

Essa é minha lista. Espero que você também tenha curtido o blog em 2008 e continue lendo e contribuindo em 2009. Abraços. Bom Natal e Feliz Ano Novo.

 

 

 

você sabia?

escrito por Mastropietro Luiz em 17/12/2008 | 2 comentários
categorias: Cultura Pop, Pesquisa

 

 

 

a sabedoria popular

escrito por Felipe Senise em 12/12/2008 | 6 comentários
categorias: Ad, Pensamento

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Quase todos os dias saio da Vila Madalena para a Av. Paulista debaixo da terra, no eficiente metrô. Quase todos os dias, vou lendo umas poucas páginas de algo que me interesse, normalmente um livro. Hoje não foi diferente. Imerso no submundo de Godfather, nem vi as estações correrem ou as pessoas que estavam à minha volta.

Mas hoje foi diferente. Estava na janela e minha concentração foi interrompida por um pequeno bracinho apontando em minha direção e uma voz que dizia “Mamãe, para que serve aquilo?” Na verdade, ele não se referia a mim, mas sim a um anúncio de Cenoura e Bronze, aplicado em uma das muitas colunas da estação Consolação.

Então, a mãe com um sorriso despretensioso responde: “Para nada filho… é só propaganda”.

Alguém aí teria uma resposta melhor para dar?

 

 

 

o poder reprimido do fracasso

escrito por Mastropietro Luiz em 11/12/2008 | 7 comentários
categorias: Pensamento, Planejamento

Uma das conversações que rolou no Conversações foi a história de se aprender com os erros.

Aprender com os erros não é nenhuma novidade, mas tem uma coisa interessante quando falamos do mercado de publicidade: uma indústria viciada no sucesso.

Basta passear pelos jornais, revistas e blogs de publicidade para perceber a exaltação do sucesso nos inúmeros prêmios de Cannes, Clio, New York Festivals, Colunistas, Caboré, APG, Jay Chiat e outros 500. E com tantos prêmios coroando campanhas e iniciativas bem sucedidas, é natural que o mercado de publicidade se paute apenas pelo sucesso.

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E dentro deste contexto, o mercado de publicidade tem sérias dificuldade em reconhecer, admitir e aprender com os próprios erros.

Se olharmos o mercado de engenharia e arquitetura, por exemplo, existe uma posição específica para analisar e consertar as besteiras que os outros fizeram: o perito. E como diria o filósofo George Santayana, “Aqueles que não conseguem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo.”

Apesar de ser uma ciência humana, o mercado de publicidade ainda é carente de perícia. Faltam lugares e referências para se aprender com o fracasso, porque ninguém quer publicar o seu próprio fiasco. E mesmo as empresas especializadas na ‘perícia’ da comunicação, como a Millard Brown, TNS e Ibope também não costumam abordar este assunto de forma construtiva.

Nem mesmo os diversos blogs de publicidade abordam o assunt, e costumam falar apenas sobre coisas legais. Sobra espaço para alguém criar um conteúdo útil sobre os grandes fracassos, e é essa a idéia do blog Brand Failures, um espaço cheio de cases de fracassos. O único porém é que o próprio blog também foi um fracasso, pois não é atualizado desde maio de 2007.

Outro lugar menos sério, porém mais divertido e que está cheio de casos de fracassos é o Fail Blog, que brinca com coisas, fatos e fiascos de nossos cotidianos.

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Alguém se habilita a aprender mais com os perdedores? O que achariam de uma nova categoria no estalo sobre esse assunto?

Estalo relacionado:
É rir para não chorar
As probortunidades estão por aí

 

 

 

1943 - são paulo sob a ótica americana

escrito por estalo.org em 10/12/2008 | 2 comentários
categorias: Estalo do leitor

Mais um estalo do leitor, desta vez de Luciana Campos, que nos enviou este vídeo e o texto abaixo que fala sobre as táticas de propaganda dos Estados Unidos durante a segunda guerra mundial.

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O filme sobre a cidade de São Paulo, feito pelo governo americano, fazia parte do esforço de guerra da época, 1943. É uma peça de propaganda muito bem feita para ser divulgada nos EUA de então.

Cabe lembrar, que neste período, o Brasil estava sob a ditadura de Vargas e que, politicamente, o país estava mais próximo do fascismo italiano e do nazismo alemão do que qualquer outra coisa.

Com a entrada dos EUA na guerra, depois de Pearl Harbor, a situação do mundo pendiam mais para o Eixo ROBERTO (Roma, Berlim, Tokio) e os aliados não tinham mais onde obter materia primas pra a indústria de guerra. A África, Ásia e o Pacífico Sul estavam nas mãos do Eixo.

Sobrava o Brasil e foi assim que o presidente Roosevelt, dos EUA, veio ao Brasil negociar a participação do país do lado aliado.

Coincidência ou não, vários navios mercantes brasileiros foram torpedeados, causando mortes e tudo mais. Na época disseram que tinha sido submarinos alemães, mas há que diga que foram submarinos ianques ou ingleses que fizeram isso pra forçar a entrada do Brasil na guerra ao lado dos aliados.

De qualquer maneira, Vargas, sob tremenda pressão popular, declarou guerra contra o Eixo. A partir daí, os EUA fizeram uma eorme campanha para enaltecer e valorizar os países amigos do Hemisfério Sul, especialmente o Brasil, de onde saiu quase tudo que os aliados precisavam para manter a indústria de guerra funcionando, inclusive bases aeronavais no nordeste, como em Natal e Fernando de Noronha, de onde saíram as primeiras invasões aliadas no Norte da África. Coube a marinha de guerra brasileira a responsabilidade de comboiar os navios mercantes que iam pros EUA ao longo da costa do país. E isso foi feito com poucas perdas para os aliados…

O filme em questão, sobre São Paulo em 1943, insere-se neste período e a cidade e o Estado são mostrado sob uma ótica tipicamente norte-americana, uma exemplo clássico de propaganda de esforço de guerra. É um filme pra guardar, com certeza…

São Paulo - 1943:

+Leia o texto na íntegra

 

 

 

Bom senso social

escrito por Werner Iucksch em 08/12/2008 | 1 comentário
categorias: Ad, Pensamento

Em tempos em que tudo que é empresa é cobrada para ter ética, ser correta e ajudar a sociedade, existe muita discussão sobre fazer isso e ainda por cima comunicar que a companhia tem valores que se sobrepõe ao lucro.

Vendo a Homeless World Cup, uma especie de Copa do Mundo de futebol de rua disputada semana passada por supostos sem-teto, isso me voltou à mente… me chamou a atenção o jeito que algumas marcas se associaram ao evento.

Algumas empresas colocaram o patrocínio como sendo uma espécie de filantropia, como a Vodafone, que colocou sua fundação como patrocinadora; outros colocaram sua marca principal, como a Nike, que estampou seu Swoosh e ainda dava prêmios em dinheiro para os melhores jogadores de cada dia.

Vodafone Foundation
Nike

Existe maneira mais adequada de se associar a um evento social como este?

O fato da Nike ser uma empresa de artigos esportivos facilita ela associar sua marca-mae ao evento, mas o que a Vodafone teria a perder se patrocinasse com sua marca principal ao invés de usar sua fundação? Ok, “evento de pobre” pode nao ser exatamente o que os gerentes de marca da Vodafone tem em mente quando pensam em patrocínios esportivos, mas jah que é para colocar placa no estádio, coloca logo Vodafone e pronto.

Do jeito que a Vodafone fez, parece que estao falando algo como “olha só, temos uma fundação, somos legais”, parece uma fachada para poder fazer propaganda no evento dos sem-teto. Já a Nike está mais com uma mensagem como “o espírito deste evento tem a ver conosco”, muito mais honesto, muito mais bom senso.

Acho que esse pensamento se extende a diversas outras áreas sociais que existem por aí. Não to acompanhando como o Bradesco tá com aquele negócio de “Banco do Planeta”, mas pelo menos para mim parece uma mistura de egocentrismo e bullshitagem… ok, precisavam de uma coisa marcante para falar que estão fazendo um monte de coisas que no final vão salvar o mundo, mas porque não dá para (primeiro) fazer e, quando tiver algum resultado de fato, falar que o Bradesco que fez e pronto?

Sei lá, numa dessas muita gente acredita em histórias como essa do Bradesco, mas me parece que as vezes a gente complica…

 

 

 

um presente curioso

escrito por Mastropietro Luiz em 05/12/2008 | 7 comentários
categorias: Non-sense, Planejamento

Quem trabalha com planejamento provavelmente conhece o Arquivo da Propaganda, um serviço que monitora todas as mídias e fornece todos os materiais criativos que foram veiculados por aí.

Ontem recebi um presente de final de ano deles. Como é de se esperar, o target deles é composto por pessoas que trabalham em agências - em especial das áreas de planejamento, mídia e atendimento.

E eles acertaram em cheio na escolha do presente.

Detectaram uma tendência Retrô 80´s e enviaram esse calendário exclusivo que lembra os dias em que eu frequentava o escritório de advocacia da minha mãe, em 1986.

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Brincadeiras a parte, sem o Arquivo, o trabalho do planejamento seria desumano (ou inconsistente).

 

 

 

karma publicitario

escrito por Werner Iucksch em 02/12/2008 | 7 comentários
categorias: Ad

Na Austrália basicamente não tem ninguém para checar se quem entrou no ônibus, trem ou metrô pagou passagem ou não. E obviamente economizar uma graninha de transporte é uma idéia que muita gente tem. Ao invés de ter mais fiscalização, a empresa de transporte de Melbourne prefere fazer campanhas para diminuir a evasão de receitas.

Com isso praticamente ninguém tem medo de ser pego no pulo, digo, no ônibus sem passagem, então a agência Marmalade, de Melbourne, chegou a conclusão que a única coisa que dava para fazer é usar a superstição.

A idéia é basicamente usar o famoso karma: coisa boa traz coisa boa e coisa ruim só pode trazer coisa ruim. Criaram a campanha “Fare Evasion Karma” (o “Karma de quem não paga passagem”), mostrando o que rola para quem quer ser esperto. Eis algumas peças que estão por toda a cidade:

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O site é bem normalzinho, mas tem uma coisa legal que é a “karma currency“. Eles fizeram uma parceria com um banco grande e diversas entidades beneficientes e assim as pessoas podem fazer doações às entidades, mandar presentes para conhecidos, mensagens para amigos, e quem sabe atrair um karma bom.

clique para ir ao site
clique para ir ao site

Obviamente a idéia lembra os filmes da Coca-Cola “Give a little love and it all comes back to you” e “Love is the Truth“, mas a forma é bem interessante, nova ao menos para mim. Gosto do feel “India” que eles colocaram. O mais incrivel de tudo, porém, é o seguinte: FUNCIONOU! O numero de usuários que não paga diminuiu de 10.3% para 7.8% após a campanha. O menor numero desde que começaram a medir isso. Eu hein… quem diria? Seria a superstição capaz de abolir cobradores e manter todo mundo pagando pelo serviço no Brasil?

 

 

 

intervalo musical

escrito por Mastropietro Luiz em 28/11/2008 | 1 comentário
categorias: Pensamento

Nos últimos meses os intervalos comerciais foram invadidos por clássicos do rock e do Pop, e hoje a prgramação do “reclame” está cada vez mais parecida com a programação de uma rádio. Mais especificamente, a programação de rádios como a Kiss FM e a Mix FM.

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Para se ter uma idéia, só no segmento de automóveis foram vários casos recentes: o Palio Adventure foi lançado pela Fiat com “Don’t Worry”, de Bob Marley. Já a Ford lançou o Focus com o clássico “Happy together”, e a Renault Scénic com Deep Purple. Fora do mundo dos automóveis, a Claro lançou vários filmes embalados com músicas do Queen e Billy Idol e Kt Tunstall, a Motorola com a Fergie, a C&A com George Michael e por aí vai. Mas nem só de clássicos vivem os intervalos comerciais: os últimos filmes da VW para o Fox e Voyage têm trilhas feitas especialmente para eles que fizeram tanto sucesso que já estão disponíveis para serem baixadas no site da montadora.

Mas por quê será que os intervalos comerciais estão se aproximando cada mais da programação de uma rádio?

Há quem diga que o futuro da propaganda está no entretenimento. E talvez as marcas tenham percebido que os textos corporativos cheios de blá blá blá já não convencem mais ninguém. Mas uma história contada com uma boa música de pano de fundo pode ser um gancho simpático para as pessoas prestarem mais atenção em uma mensagem.

É claro que não a música não pode ser uma fórmula pronta para o sucesso. Mas do ponto de vista de quem está sentado em um sofá olhando a TV é isso aí: mais intervalos musicas, menos intervalos comerciais. Som na tela, e um pouco mais de música na sala.

Mas olhando essa situação de outro ponto de vista, o uso da música na publicidade é um dos mais antigos recursos da indústria e chega a soar como uma fórmula ‘preguiçosa’ de fazer propaganda. Será que na falta do que dizer sobre produtos não tão inovadores e sem grandes novidades, a música é uma válvula de escape? Será a que a TV está virando rádio, ou a propaganda está sem identidade?

Estalo relacionado:
um groove clássico na propaganda

 

 

 

a incrível bazooka hot dog

escrito por Mastropietro Luiz em 26/11/2008 | 1 comentário
categorias: Ad, Experience

“We thought, how tremendous would it be for fans to actually be able to catch a hot dog?”

É o tipo de idéia que desperta aquele sentimento de “Eu não acredito que eles fizeram isso”. É o tipo de idéia que gera conversas. E é o tipo de idéia que talvez possa levar um Leão em Titanium.

 

 

 

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