Um resumo das ações de Obama na Internet
escrito por Luiz Yassuda em 26/01/2009 | 6 comentários
categorias: Ad, Apresentações, Inspiring, Twitter
O pessoal da agência fez esta apresentação sobre todas as ações da campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos. Vale a pena dar uma olhada para conhecer um pouco mais dos pequenos detalhes que fizeram desta campanha um benchmark para aqueles que trabalham com comunicação na Internê:
Trata-se de um complemento aos posts já feitos sobre o Obama. Um resumo interessante feito pelos colegas e agora prestigiado por este que vos escreve.
Melhores de 2008 (2)
escrito por Luiz Yassuda em 26/12/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento
Seguindo a lista começada no post anterior pelo Werner, listo aqui alguns dos meus posts preferidos de 2008 feitos aqui para o Estalo:

1) E o que veremos em 2008? – fechou um ano interessante de discussões em 2007. Minha intenção foi analisar um pouco uma série de discursos que faziam previsões para 2008.
2) Pecha Kucha – limitando os loucos do “with PowerPoint, I’m God” – É um post bem informativo, mas que trouxe pela primeira vez para algumas pessoas o conceito do Pecha Kucha. Quem ainda não conhece e faz apresentações em PPT deve dar uma olhada.
3) Dar o furo ou dar com os burros n’água? – Post que se opõe a esta mania estranha das marcas de construírem um pioneirismo que pouco vai acrescentar a ela. Partiu dos QR Codes e trouxe alguns exemplos torpes.
Além disso, também noticio que o Estalo está concorrendo na categoria Publicidade e Comunicação no concurso Best Blogs Brazil 2008. O link para votar está bem aqui. Provavelmente não ganharemos porra nenhuma, mas a lembrança de alguns leitores vale a menção do concurso.
Mais do que uma questão de escala
escrito por Luiz Yassuda em 05/11/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento, Web

Como prometi via comentário ao Senise em seu recente e bom post intitulado Uma questão de escala, eis aqui um post-resposta, mas não bem resposta e sim algumas coisas a mais para se pensar.
Começo com um trecho em que o Senise diz:
“O fato é que 100, 200, 300 ou 500 views no Youtube é peanuts. Não podemos continuar baixando nosso sarrafo e achar que isso é grande coisa. Trabalhamos com comunicação de massa, para marcas que muitas vezes são ícones culturais. Não dá para cair no conto do capítulo ‘repercussão online’ dos video cases.”
Entendo a visão dele, mas também entendo que há um pecado mortal em jogar tais views do YouTube no mesmo saco da farinha midiática publicitária, a única fonte de proteínas que continuarão provando que a TV é imbatível.
Achar que tal expectativa de views na casa dos milhares é limitada, porém, ignora todo aquele papo que diz que “o mundo mudou”.
Dar o furo ou dar com os burros n’água?
escrito por Luiz Yassuda em 30/07/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento, Web
Estava lendo o ótimo post do Werner logo antes deste, sobre QR Codes, e andei pensando em algumas coisas. Claro que tudo tem relação com as modernices internéticas com as quais trabalho, mas antes eu dou um passo para trás e trago uns estalos que não são meus, sobre o jornalismo.
Há algum tempo, li um excelente post sobre o “furo de reportagem” acerca da morte do ator Heath Ledger no blog do Tiago Dória. Ele cita os veículos que conseguiram dar o “furo”, ou seja, aqueles que conseguiram noticiar primeiro sobre o incidente. Foram três sites, e sobre eles, Tiago escreve que “A diferença de tempo de publicação entre um e outro foi de minutos. Não deu nem para perceber o almejado furo. Em uma visão mais tradicional, o NYT se deu bem. Publicou antes a informação. Mas, às vezes, nos blogs jornalísticos não é bem assim. Não se destaca quem dá a informação primeiro, mas quem contextualiza, escreve melhores ’suítes’ e tem condições de mobilizar, em questão de minutos, uma equipe em torno de um assunto.” Termina dizendo que um outro portal conseguiu reunir fotos do local, equipe ao vivo e o escambau e obteve, portanto, maior destaque em sua cobertura do ocorrido.
Trazendo para o nosso mundo da propaganda, eu me pergunto se as coisas não são parecidas quando nos defrontamos com alguma nova tecnologia ou possibilidade de mídia. Vale a pena correr para ser o primeiro a fazer algo, ainda que seja fraco, utilizando uma mídia ou vale a pena esperar para entrar com força?
Chevrolet em campanha 100% online
escrito por Luiz Yassuda em 06/06/2008 | Sem comentários
categorias: Ad, Experience, Web

Cheguei a comentar no meu outro blog sobre eventos para os quais os blogueiros são chamados e graças à performance deste blog, além do meu pessoal já citado e de outros sites com temas específicos, vez ou outra me enviam convites também. Hoje, recebi um convite para um evento da Chevrolet que acontecerá daqui a alguns dias, mas uma coisa me chamou a atenção foi a chamada do e-mail, que promete uma campanha 100% digital para o modelo em questão.
O e-mail levava a um site (uma espécie de release em vídeo) em que o diretor de marketing da empresa explicava sobre a decisão de se fazer uma campanha 100% online. Não significa que será um hotsite, mas a coisa toda gira em torno do que eu e a ex-chefia começamos a argumentar nos tempos de análise de tendências como inteligência digital, ou seja, fazer ações on ou offline que pressuponham a existência e a força do online, principalmente pela troca de informação que as pessoas tem em serviços da web. De certa forma, ações de guerrilha, ações em mídias sociais e umas ações mais modernas de RP podem ser enquadradas neste quesito. Parece pouco, mas há aqui um deslocamento grande de status do online, que passa a ser o carro-chefe em vez de ser tratada como mídia de suporte.
Quando uma empresa grande como a Chevrolet envia um comunicado afirmando que a campanha não utilizará a dita mídia tradicional em prol da divulgação do modelo de automóvel, ainda que o “100% digital” seja mais pelo destaque e pioneirismo do que pela própria crença na força desta mudança, bate neste peito marqueteiro a esperança por dias de glória para quem acompanha estes novos modos de operação da comunicação. Valerá a pena para nós dar uma olhada no desenrolar desta campanha.
Encontro dos Blogueiros Publicitários – EBP 2008
escrito por Luiz Yassuda em 13/05/2008 | Sem comentários
categorias: Ad, Eventos, Web
Está aí o testemunho de alguns blogueiros que por acaso também são publicitários (creio que o caso da trupe do Estalo é justamente o inverso). Este encontro acontecerá no dia 7 de junho de 2008, nas dependências da Escola Superior de Propaganda e Marketing (Rua Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana).
Os responsáveis pela correria e por transformar o EBP em algo maior do que um encontro casual num boteco foram os intrépidos Bruno Delfino, Gabriel Jacob e Guilherme Cury. Vamos ver o que este evento moderninho e descolado nos reserva.
Para variar, estarei lá representando este blog e creio que serei o único nesta função. Mas se você, leitor, estiver interessado em se juntar às discussões deste dia glorioso, faça a sua inscrição em www.ebp2008.com.br
E o “viral” da semana foi bongado pelo público.
escrito por Luiz Yassuda em 07/05/2008 | Sem comentários
categorias: Ad, Pensamento, Web
Faço minhas as palavras do Maestro Billy: “Extremamente óbvio, sem graça, preconceituoso, previsível, etc, etc.”
Mas antes de sair atirando no cliente e na agência, prefiro deixar outra coisa para se pensar: em um momento em que todos se alinham ao politicamente correto, é ótimo sair do discurso. Funcionou com muitos cases (de cabeça, lembro do Burger King “não ter a necessidade” de se alinhar ao healthy food que foi imposto ao McDonald´s e conseguir vender fartura). Mas não pensar de maneira politicamente correta é necessariamente ser politicamente incorreto?
update: bongado pelo público e agora pelo usuário do YouTube que removeu o vídeo.
update 2: outro usuário disponibilizou o vídeo. Você pode assistir novamente por aqui.
Pecha Kucha Night São Paulo
escrito por Luiz Yassuda em 17/04/2008 | Sem comentários
categorias: Apresentações, Arte, Cool, Inspiring
Lembram-se do papo sobre Pecha Kucha? Pois é, planners do meu Brasil varonil: vai acontecer a edição Paulista, organizada pelo Itaú Cultural, e fará parte da 4ª bienal de arte e tecnologia deles, o Emoção Art.ficial.
> Mais informações sobre o Pecha Kucha Night São Paulo.
> O nosso post sobre Pecha Kucha
via Radinho.
Plágio x referência – crise na publicidade?
escrito por Luiz Yassuda em 19/02/2008 | 7 comentários
categorias: Ad, Pensamento, Web
Na edição da Revista iMasters deste mês, eu escrevi uma matéria que coloco na íntegra. O tema foi dado por eles e eu discorri sobre o assunto que na época estava mais incendiado: aquelas peças publicitárias “cópias” de algum vídeo bacana que circula pela Internet.
A revista está nas bancas, com outras participações muito bacanas como Marco Gomes, Gilberto Jr, uma entrevista com Marco Bebiano (Google Brasil), entre outros.
Ah sim, estou postando a partir do texto que enviei para lá. Pequenas modificações, coisa de uma palavra ou outra, poderão ser percebidas ao se comparar o post e o artigo na revista.
Sem mais, continue lendo para ver o artigo na íntegra:
Campus Party Brasil 2008
escrito por Luiz Yassuda em 11/02/2008 | Sem comentários
categorias: Cool, Experience, Web
E como alguns já devem saber, começa hoje a edição brasileira do Campus Party, uma grande reunião de nerds, geeks, desenvolvedores, gente antenada ou mesmo perdidos como eu. Os 3000 ingressos estão esgotados há alguns dias, ou seja, se você não vai, terá que acompanhar o que acontece por lá de outras maneiras:
1) O pessoal do BlogBlogs desenvolveu um Live Stream que agrega tudo o que for postado em blogs, Flickr e Twitter sobre o evento. Creio que é a melhor maneira de acompanhar ao vivo mesmo tudo o que acontece por lá.
2) Eu estarei lá todos os dias depois das 18h. Meu Twitter e uma área picareta que criei em meu blog serão os locais onde deverei postar bastante sobre as minhas impressões.
Trata-se de uma feira que chegou para fazer um grande barulho neste ano. A expectativa é que ele seja, de longe, o melhor evento nerd do ano e que traga inspirações a todos, inclusive a nós publicitários. O que eu vir de interessante, com certeza trarei para cá.
E a foto do post é da Lucia Freitas, que já me deu dois puxões de orelha por não mencionar o Live Stream. =)
Pecha Kucha – limitando os loucos do “with PowerPoint, I’m God”
escrito por Luiz Yassuda em 30/01/2008 | Sem comentários
categorias: Apresentações, Cool, Inspiring
No Japão, celeiro de mentes brilhantes e pervertidos da pior estirpe, inventaram um movimento ou evento ou ainda manifesto chamado Pecha Kucha (que se lê Petchá Kutchá e significa algo como “burburinho” de uma conversa). Os criadores se chamam Mark Dytham e Astrid Klein, dois arquitetos que vivem em Tóquio. Parece que começou como uma espécie de reunião amistosa entre designers e arquitetos para trocar informações e apresentar uns aos outros seus novos projetos. Nada de novo até aqui, a não ser que todas as pessoas que apresentassem algo deveriam seguir uma espécie de padrão.
Os criadores do Pecha Kucha determinaram que cada apresentação poderia utilizar no máximo 20 imagens (ou slides, já que você adora um PowerPoint), que seriam trocadas a cada 20 segundos. Ou seja: sua apresentação deveria durar, no máximo, seis minutos e quarenta segundos.
De repente, as pessoas começaram a trazer coisas realmente cativantes e interessantes, e o que era um encontro viraram vários, denominados Pecha Kucha Nights, e se espalharam pelo mundo. Hoje, 96 cidades do globo realizam Nights. A única cidade canarinha que se alinhou a esta rede internacional de eventos foi Porto Alegre, cujo próximo encontro acontece em maio.
Se a moda pegar nas agências, seria em nome de todos aqueles que odeiam todo o potencial do PowerPoint de transformar seus próximos minutos (ou horas) em um momento enfadonho. Eu estou torcendo. Inventada lá fora, já saiu na Wired, já trouxeram pro Brasil, falta entrar no mundo da publicidade. Se você adora um PowerPoint, é hora de rever os seus conceitos e considerar fazer apresentações Pecha Kucha.
Abaixo, uma apresentação Pecha-Kucha-style do Daniel Pink, da Wired, mostrando que é fácil e rápido aprender a ser objetivo sem gastar o tempo das pessoas.
Interessou-se pelo assunto? Veja o site da Pecha Kucha Night Brasil, a versão global e a reportagem da Wired.
Via Colméia
Estalos relacionados:
A balada do Powerpoint
Karaokê de Powerpoint
Powerpoint Art
Death by Powerpoint
Dando uso à mala-direta bancária
escrito por Luiz Yassuda em 28/01/2008 | Sem comentários
categorias: Ad

Aos bancos e operadoras de cartão de crédito do país:
Continuem mandando suas malas-diretas. Adoro tomar chá em frente ao PC antes de dormir. Só pensem em fazer isso com papel reciclado: não pesará nem nas suas, nem na minha consciência. Em todo caso, qualquer envelope utilizado nestas fotografias será separado para a coleta de lixo especial.
Atenciosamente,
Mrs Wallace Typographic Design School
escrito por Luiz Yassuda em 14/01/2008 | Sem comentários
categorias: Ad, Web
Foi na palestra do Raphael Vasconcelos, da AgênciaClick, durante o InterCon que tive contato pela primeira vez com o vídeo de um estudante qualquer de um estado qualquer dos U.S. and A. O vídeo é uma viagem tipográfica aproveitando um trecho do filme Pulp Fiction. Famoso, o mundo todo viu, blablabla:
É um vídeo bacana? É. Brilhante? Um pouco. Obra-prima? Ok, vamos com calma.
Ainda assim, coloco-o como uma das grandes escolas de design. É mole? Não é brincadeira, não. Existem outros vários exemplos utilizando o mesmo tipo de animação no próprio YouTube. É só procurar por Typography e fazer a festa. Não sei qual veio primeiro, mas posso dizer quem chegou por último: a publicidade.
A seguir, algumas campanhas publicitárias. Claro, há algum sinal de criatividade. A agência trabalhou em cima. Mas “fazer parecido com aquele viral” dá nisso.
Continue lendo para assistir aos exemplos. Tenho a certeza que não são os únicos que você viu e que outros muitos virão.
E o que veremos em 2008?
escrito por Luiz Yassuda em 03/01/2008 | Sem comentários
categorias: Ad, Pensamento

Que ano interessante de discussões e novidades vivemos em 2007. Chegamos agora a 2008 e, diante de tanta coisa que inspira e nos faz pensar, deparo-me com o post da ex-chefia sobre previsões para o ano, comentando as opiniões de Nizan Guanaes e Roberto Justus para o mercado de comunicação.
Só para resumir, os dois managers, ainda que com opiniões diferentes, defendem a manutenção do modelo de negócio das agências. TV, BV e Ivete estão inclusos na lista do que “não deve acabar”. Já a ex-chefia desdenha estas opiniões e aponta o seu modelo mais inovador como o certo.
Acho que vale a pena parar para pensar um pouco: é certo que o mercado de comunicação está mudando e mudará radicalmente em alguns anos e aquelas agências que apenas mudarem um pouco a fachada de seus negócios tendem a perder espaço. Em contrapartida, as audiências de televisão (que será tratada como o exemplo para mídia tradicional) do Brasil de hoje se assemelham as lembradas com saudosismo por quem fez TV nos anos 70 e 80 na gringa.
Contra números, o que se pode fazer? Pouca gente mesmo pensa sobre números expostos por aí. O CPM da TV é quase imbatível porque se quase metade da população brasileira assistir o meu comercial na novela das 8, meu custo será muito próximo ao de uma campanha utilizando só Adsense em meses de inserção. Este é o número vendido, não importando o rotineiro costume de se zapear a TV no intervalo ou mesmo aproveitá-lo para ir ao banheiro ou fazer um pipoca enquanto a TV continua ligada.
Assim como pouca gente parou para se questionar sobre os 33 milhões de brasileiros que “acessam” a Internet. A mesma pesquisa que aponta o número absoluto interessante para as agências de web venderem o seu peixe também mostra que o costume de uso de Internet no Brasil é pífio e que a penetração de computadores na população é menor que a de freezers e pouco maior que a de videogames.
Enquanto tenta se mensurar a Internet com números fantasiosos tais quais os das outras mídias, podemos começar a falar das mídias não-mensuráveis, que representarão 70% do investimento da Nike em comunicação nos próximos anos. Mas há quanto tempo a Nike investe em ações diferenciadas? Será que você convence um cliente varejista que o negócio é investir somente a longo prazo?
Não me entendam aqui como um pessimista. Só entendo que os modelos de agência que sobreviverão num futuro não muito distante serão selecionados de maneira um pouco mais cruel do que pintam as mudanças. Todo mundo vende que está mudando, se transformando, ou então que está nascendo pronto para uma nova era. Não sei, não. Na época em que os dinossauros habitavam a Terra e uma brutal mudança climática os extinguiu, morreu junto quem se fantasiou de galinha ou de sapo. Assim como o Big One, o terremoto que arrasará a Califórnia e transformará sua parte mexicana em ilha, mais dia ou menos dia, ainda não aconteceu.
Quando ele acontecer, será bom que existam ABCs, Newcomms e Espalhes para ver quem estava certo. Até lá, vamos curtir o que 2008 pode nos oferecer de oportunidades e de inspirações. Boas estaladas a todos neste ano que começa!
Blogagem Social
escrito por Luiz Yassuda em 30/11/2007 | Sem comentários
categorias: Atitude, Web

Não é de hoje que se bate na tecla da nova classe midiática que surgiu com o advento das ferramentas 2.0: são eles blogueiros, os tuiteiros, os orkuteiros, flogueiros, etc.
Em poucos minutos, pessoas de diferentes Estados do Brasil podem ser mobilizadas em torno de algum fato ou causa. É acreditando neste princípio que surgiu a iniciativa da Blogagem Social, começada pelo GraveHeart e que teve o meu incentivo neste post aqui.
Perca um tempinho lendo os dois posts citados e ainda o da Milena Wiek (aqui). Vale a pena ver os blogs espalhando algo que não seja aquele novo viral enfadonho e jabazeado por alguma agência de propaganda. Caso você se interesse pela causa ou mesmo queira divulgar um projeto que você incentiva ou participa, entre em contato com o pessoal desses blogs.

