que medo do futuro

escrito por Werner Iucksch em 05/03/2010 | 2 comentários
categorias: Cool, Design, Experience

Augmented (hyper)Reality: Domestic Robocop from Keiichi Matsuda on Vimeo.

(do repositorio do @ricaa)

 

 

 

informação inspiradora

escrito por Werner Iucksch em 05/02/2009 | Sem comentários
categorias: Arte, Cool

Uma dos grandes benefícios da net é o poder de compartilhar e ter acesso ao trabalho e idéias de outras pessoas. Além do conteúdo, muitas vezes a maneira como o mesmo é apresentado já me faz prestar atenção. Maneiras novas e velhas de visualizar informação estão disponíveis para todos, então resolvi colocar uma ou outra coisa que tem por aí para inspirar o dia de quem tá lendo o post:

Como contar sua viagem ao Japão:


This is Japan! from Eric Testroete on Vimeo.

Como mostrar os hábitos de consumo de telecomunicação:

Como mostrar som:

Para quem se interessa, dá para começar visitando o Pool de Data visualization do Flickr, Visual Complexity e Information Aesthetics. E continuem lendo o post para dar uma olhada em mais exemplos sensacionais.

+Leia o texto na íntegra

 

 

 

converse century

escrito por Werner Iucksch em 21/09/2008 | Sem comentários
categorias: Arte, Cool, Design, Inspiring

Ontem eu estava assistindo um canal de música desses qualquer, quando lá pelas 2 da matina passou o clipe abaixo. Achei o formato muito louco. Recortes animados, cenários minimalistas e ritmo pegajoso, uma cooperação entre Julian Casablancas, Santogold, NERD e Pharrell Williams. Pensei em coloca-lo como referência aqui no Estalo.

Minha surpresa foi quando achei o clipe no YouTube e li que ele, na verdade, é parte da campanha Converse Century (também conhecida como “Conectivity”), que celebra os 100 anos da marca. Esse clip na verdade foi idealizado pela Anomaly em parceria com a Cornerstone Promotion e quer transmitir a mensagem que todos estão conectados de alguma forma (como os bonecos de papel do vídeo).

estalo

Evidentemente fui atrás para ver o que mais eles estão fazendo neste ano tão especial para a marca e achei legal a diversidade de ações, não só nos EUA.

Aliás, a campanha roda em 75 países, então tem muita coisa. +Leia o texto na íntegra

 

 

 

b(r)and experience é isso aí

escrito por Werner Iucksch em 21/07/2008 | Sem comentários
categorias: Arte, Cool, Inspiring

Volta e meia a gente dá destaque a maneiras diferentes de mostrar informação, transformar um raciocínio possilvemente complexo em algo criativo e prazeroso poucas vezes é fácil. Novas maneiras de fazê-lo são hiper bem-vindas. Por essa razão estava aguardando com alguma ansiedade o clip novo do Radiohead, “House of Cards”, que foi realizado sem usar câmeras.

Tudo aconteceu empregando luzes especiais e laseres que normalmente são usados para medições de terrenos, captando coordenadas espaciais e então formando imagens 3D. A aparelhagem roda 360 graus, cerca de 900 vezes por minuto e vai computando os dados. Vejam os resultado:

Essa idéia por si só é fantásticas, mas o mais louco é que justamente porque o resultado é captado em milhares de coordenadas geométricas, fica mais ou menos fácil de alterar o resultado visual da coisa, sem final cut, after effects nem nada do gênero, bastaria ter os dados brutos disponibilizados. E o Radiohead fez isso. No Google code é possível fazer o download dos pacotes de dados e fazer sua versão do clipe. You Tube afora já existem dezenas de resultados dessa interatividade:

Como Thom Yorke declarou e deveríamos, creio eu, aprender: “I always like the idea of using technology in a way that it wasn’t meant to be used” (Sempre gostei da idéia de usar a tecnologia da maneira como não é para ser usada).

Demais.

(com help do Information Aesthetics)

 

 

 

nem só de dilbert vivem as corporações

escrito por Werner Iucksch em 01/07/2008 | Sem comentários
categorias: Cool, Web

Muita gente já viu tirinhas de Dilbert falando sobre vida corporativa e algumas bem específicas sobre propaganda, como essa daqui, mas rodando por aí achamos um outro blog genial, cuja especialidade é o mundo publicitário, ou melhor, sobre a parte “mundinho” dele. Realmente é incrível, dêem uma olhada e vejam se nunca estiveram nestas situações:

“Família corporativa”

Clique para Ampliar

Vocação

Clique para Ampliar

Brainstorm

Clique para Ampliar

Dê uma olhada em outros retratos do seu dia a dia lá no Business Guys on Business Trips, é imperdível.

 

 

 

Pecha Kucha Night São Paulo

escrito por Luiz Yassuda em 17/04/2008 | Sem comentários
categorias: Apresentações, Arte, Cool, Inspiring

Lembram-se do papo sobre Pecha Kucha? Pois é, planners do meu Brasil varonil: vai acontecer a edição Paulista, organizada pelo Itaú Cultural, e fará parte da 4ª bienal de arte e tecnologia deles, o Emoção Art.ficial.

> Mais informações sobre o Pecha Kucha Night São Paulo.
> O nosso post sobre Pecha Kucha

via Radinho.

 

 

 

Quando o Design realmente faz a diferença

escrito por Caio DelManto em 29/02/2008 | Sem comentários
categorias: Atitude, Cool, Inspiring

Confesso que sempre pensei em design e arquitetura como disciplinas estéticas e/ou marqueteiras. Talvez essa minha percepção foi formada porque a maioria de designers, arquitetos e ‘artistas’ que desenvolvem essas disciplinas se preocupem mais com isso mesmo. Sei lá. A questão é que eu estava totalmente errado. O grande potencial do design e arquitetura está justamente em algo muito maior, mais digno: como melhorar a qualidade de vida das pessoas. Como proteger o meio ambiente de agressões do homem. Como fazer comunidades pobres se desenvolverem de uma forma auto-sustentável. O design é realmente capaz disso. Para provar esse, existe a E2, organização não governamental que tem o objetivo usar o design a favor de melhores condições em: energia, água, transporte, alimentação, lugares. Confira os vídeos e diga se você já pensou em Design ter esse papel.

 

 

 

Campus Party Brasil 2008

escrito por Luiz Yassuda em 11/02/2008 | Sem comentários
categorias: Cool, Experience, Web

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E como alguns já devem saber, começa hoje a edição brasileira do Campus Party, uma grande reunião de nerds, geeks, desenvolvedores, gente antenada ou mesmo perdidos como eu. Os 3000 ingressos estão esgotados há alguns dias, ou seja, se você não vai, terá que acompanhar o que acontece por lá de outras maneiras:

1) O pessoal do BlogBlogs desenvolveu um Live Stream que agrega tudo o que for postado em blogs, Flickr e Twitter sobre o evento. Creio que é a melhor maneira de acompanhar ao vivo mesmo tudo o que acontece por lá.

2) Eu estarei lá todos os dias depois das 18h. Meu Twitter e uma área picareta que criei em meu blog serão os locais onde deverei postar bastante sobre as minhas impressões.

Trata-se de uma feira que chegou para fazer um grande barulho neste ano. A expectativa é que ele seja, de longe, o melhor evento nerd do ano e que traga inspirações a todos, inclusive a nós publicitários. O que eu vir de interessante, com certeza trarei para cá.

E a foto do post é da Lucia Freitas, que já me deu dois puxões de orelha por não mencionar o Live Stream. =)

 

 

 

nintendo+

escrito por Werner Iucksch em 08/02/2008 | Sem comentários
categorias: Brand, Cool, Experience

A Nintendo está revolucionando os videogames da mesma maneira que a Apple revolucionou os computadores e MP3 players. Se antes o videogame era sinônimo de sofá, com a Nintendo ele é sinônimo de movimento, seja com o Wii, seja com o DS.

Hoje li uma matéria na Ad Age com mais um passo da Nintendo para que seu hardware seja cada vez mais útil e ofereça benefícios reais para as pessoas. Mais do que entretenimento, a Nintendo está transformando a sua plataforma em um canal de serviço. É mais ou menos o que a Nike fez ao se associar com a Apple e lançar o Nike+: Branded Utility.

A obra da vez é a parceria da “Big N” com o Seattle Mariners (time de beisebol), para que aquelas pessoas que levam o seu Nintendo DS para os jogos nos estádios possam acessar imagens do jogo, replays, estatísticas dos jogadores e até pedir um lanchinho para ser entregue na cadeira do usuário, tudo wireless e ao vivo. Perdeu a tacada? Acione o replay na palma da sua mão.

Clique para Aumentar

Para que isso funcione é só passar em um quiosque antes do jogo e carregar um softwarezinho. Claro que isso tem custo, mas não é tão caro: US$5 para um jogo ou então US$30 por 10 jogos. Por enquanto funciona só em Seattle mesmo, mas se der certo eles espandem, claro.

Vendo isso me pergunto, quando será que a Nintendo será concorrente direta da Apple? Tá cada vez mais perto.

 

 

 

Pecha Kucha – limitando os loucos do “with PowerPoint, I’m God”

escrito por Luiz Yassuda em 30/01/2008 | Sem comentários
categorias: Apresentações, Cool, Inspiring

No Japão, celeiro de mentes brilhantes e pervertidos da pior estirpe, inventaram um movimento ou evento ou ainda manifesto chamado Pecha Kucha (que se lê Petchá Kutchá e significa algo como “burburinho” de uma conversa). Os criadores se chamam Mark Dytham e Astrid Klein, dois arquitetos que vivem em Tóquio. Parece que começou como uma espécie de reunião amistosa entre designers e arquitetos para trocar informações e apresentar uns aos outros seus novos projetos. Nada de novo até aqui, a não ser que todas as pessoas que apresentassem algo deveriam seguir uma espécie de padrão.

Os criadores do Pecha Kucha determinaram que cada apresentação poderia utilizar no máximo 20 imagens (ou slides, já que você adora um PowerPoint), que seriam trocadas a cada 20 segundos. Ou seja: sua apresentação deveria durar, no máximo, seis minutos e quarenta segundos.

De repente, as pessoas começaram a trazer coisas realmente cativantes e interessantes, e o que era um encontro viraram vários, denominados Pecha Kucha Nights, e se espalharam pelo mundo. Hoje, 96 cidades do globo realizam Nights. A única cidade canarinha que se alinhou a esta rede internacional de eventos foi Porto Alegre, cujo próximo encontro acontece em maio.

Se a moda pegar nas agências, seria em nome de todos aqueles que odeiam todo o potencial do PowerPoint de transformar seus próximos minutos (ou horas) em um momento enfadonho. Eu estou torcendo. Inventada lá fora, já saiu na Wired, já trouxeram pro Brasil, falta entrar no mundo da publicidade. Se você adora um PowerPoint, é hora de rever os seus conceitos e considerar fazer apresentações Pecha Kucha.

Abaixo, uma apresentação Pecha-Kucha-style do Daniel Pink, da Wired, mostrando que é fácil e rápido aprender a ser objetivo sem gastar o tempo das pessoas.

Interessou-se pelo assunto? Veja o site da Pecha Kucha Night Brasil, a versão global e a reportagem da Wired.

Via Colméia

Estalos relacionados:
A balada do Powerpoint
Karaokê de Powerpoint
Powerpoint Art
Death by Powerpoint

 

 

 

good magazine

escrito por Felipe Senise em 13/11/2007 | Sem comentários
categorias: Apresentações, Cool, Inspiring

Acho que a maioria de vocês deve conhecer a Good Magazine, revista gringa de assuntos variados muito popular entre a tchurminha cool. É como se fosse uma Super Interessante, só que mais abrangente e menos chata ;-).

Como nunca fiz muito mais do que dar uma folheada, o que mais me chama atenção na Good é a forma como eles divulgam suas edições. Os caras têm a moral de fazer uns vídeos incrivelmente bons falando sobre alguns assuntos completamente bizarros. O desse mês por exemplo é sobre a indústria da morte. Dá uma olhada.

Só assim mesmo para um assunto como esse prender nossa atenção por mais de três minutos. Acho que temos muito a aprender com exemplos assim, pois os assuntos que tratamos com nossos clientes na hora de apresentar uma idéia nem sempre são lá tão interessantes para prender por si só sua atenção. Vestir o assunto com uma roupa interessante é sempre um modo de garantir alguma atenção. E nisso a Good é fera.

Dúvido você não ver esse outro vídeo deles até o final.

 

 

 

Twittermob

escrito por Luiz Yassuda em 30/10/2007 | Sem comentários
categorias: Atitude, Cool, Inspiring, Web

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Aconteceu no último fim-de-semana o iMasters InterCon 2007, um evento que coloca blogueiros, desenvolvedores, publicitários e designers para dialogar. Achei tudo muito bom, mas como um monte de gente já fez a cobertura do evento (eu inclusive), venho aqui destacar algo que pode servir de inspiração para novos cases dos comunicólogos de plantão.

Claro, não poderia deixar de dar os créditos pelo “estalo” que virá a seguir: a foto é da Mahrcinha e pensei em algumas coisas depois de ler este post do Fugita.

Então, olhemos o fenômeno estabelecido no segundo dia do evento, diante desta seqüência: tuiteiros postando insandecidamente sobre o evento, sob a tag #intercon desde o primeiro dia. Na primeira palestra do dito segundo dia, Cris Dias, Fábio Seixas, Mauro Amaral e Carlos Merigo incentivam a platéia a colaborar com este grande banco de dados de informações e ainda enviar as dúvidas e perguntas via Twitter também. Então, tuiteiros passam a postar ainda mais. Quem não tinha correu para abrir uma conta e finalmente vimos as pessoas se desorganizarem de forma organizada: as palestras deram lugar à desconferência de verdade. E tudo era anunciado a quem quisesse. Tudo devidamente postado nesse ruidoso site.

Eu não vou falar novamente sobre o uso desta ferramenta, já que eu fiz isso pelo menos umas 3 vezes neste blog. O ponto a ser mostrado é sobre as mobilizações instantâneas (ou o démodé flashmob) que foram propostas via Twitter e perfeitamente executadas em questão de segundos.

Tal palestra estava chata? Post: “desconferência fora do auditório”. E, de repente, muita gente discutindo outro assunto conforme o combinado. Serviu também para organizar as choppadas após o evento, mas aí são outros quinhentos.

Cada palestra tinha vários comentários ao vivo, na palma da mão, via celular, PDA, laptop… As questões levantadas passaram a fazer parte da discussão ao vivo, e os tuiteiros dialogavam imediatamente com o que era dito na palestra. Só faltou um telão ao lado do palestrante em que as twittadas aparecessem ao vivo para ele e para os que não possuem uma conta.

Dispersão? Mobilização? Opinião? Excesso de informação? Todo mundo tinha uma posição, e por isso tudo ainda é até um pouco perturbador. Mas não deixa de inspirar.

 

 

 

Pra bom bebedor (de café), um container basta

escrito por Caio DelManto em 26/10/2007 | Sem comentários
categorias: Brand, Cool, Experience

Nos últimos anos, a indústria de café vem crescendo muito. Foram mais de 20% no Brasil no ano passado, segundo dados do IBGE. Os cafés gourmet se popularizaram e estão criando uma legião de fãs. Apesar de não ter uma comunicação sofisticada, com grandes investimentos publicitários se comparados com outras categorias, a marca Illy resolveu apostar numa estratégia ousada de Brand Experience: o café-container. A idéia é simples: causar impacto criando um café ‘modular’ no meio de Nova Iorque a partir de um container idealizado por um grande arquiteto chamado Adam Kalkin. Nada de ter um diretor de arte tentando fazer algo que não entende. Nada de conceitos mirabolantes em um brief. Nem mecânicas promocionais que confundem as pessoas. É uma idéia simples para quem quer somente sentar e apreciar um bom café em qualquer lugar. Em minha opinião, isso é com certeza mais eficiente que propaganda. Não só porque é uma experiência ao invés de uma mensagem publicitária. Também porque é uma questão de relevância e de custo benefício. Imaginem, quantos cafés-container poderiam ser feitos com uns R$10 milhões de um plano de mídia? Acho que precisamos de um cafezinho pra dar uma acordada.

Dica do www.thecoolhunter.net. Para quem quiser conhecer o trabalho do arquiteto, segue o link www.architectureandhygiene.com

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referência à francesa

escrito por Werner Iucksch em 27/09/2007 | Sem comentários
categorias: Arte, Cool, Cult

A comunicação vive de grandes idéias, mas também vive de boas referências. Grafite, stop motion, light art, rococós, bullet time são todos exemplos de coisas que apareceram fora da propaganda e foram absorvidos rapidinho. Surfando por aí achei um novo candidato a referência, de dança e moda, saído direto dos guetos de Paris: o Tecktocnik

Dêem uma olhada:


Como dá para reparar, o movimento dos braços é o que chama mais atenção, se bobear dá para dançar sentado, mas além disso também existe todo um “dress code”, com roupas coladas, corte de cabelo rebelde e, em outros vídeos, cores fortes, berrantes (um neo-punk da modinha?)

Isso tem potencial? Tem sim. Dê um search no youtube e veja quantos videos e views você vai encontrar. O tecktonik foi a sensação da parada techno de Paris, no meio do mês, e tá invadindo desfiles de moda:


Quanto tempo até pintar por aqui?

(com help do Pop Load)

 

 

 

se cuida cinema, os games vêm aí

escrito por Felipe Senise em 25/09/2007 | Sem comentários
categorias: Cool

Halo é considerado por muitos especialistas como o melhor game de atirador em primeira pessoa já feito. Sem dúvida é o maior sucesso da Microsoft nesse mercado. Além da venda ser invejável, o game ainda consegue trazer curiosos para a plataforma XBox, que é a única que consegue rodá-lo.

Hoje à meia noite, 10.000 lojas nos EUA vão lançar a terceira versão do título, que já se consolidou como o grande lançamento do mercado de games em 2007. A previsão da Microsoft é vender U$140.000.000 só no primeiro dia. Muitos já apostam que por causa de Halo 3 é capaz que o XBox 360 termine o ano como o console mais vendido dos EUA.

E percebendo a febre que vai virar Halo 3, a Microsoft e a Mccann não perderam tempo e estão fazendo uma agressiva campanha em cima do game, aproveitando-se de parcerias com outras grandes marcas e de uma vasta rede de distribuição.

Como não poderia ser diferente, eles começaram pelo próprio XBox 360, que ganhou uma edição limitada Halo 3.

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Além disso, várias outras marcas entraram na onda. A Montain Dew colocou Halo 3 nas suas latas, o Burger King decorou suas lojas e embalgens com o game, Doritos estampou-o no salgadinho e até a Pontiac fez uma versão Halo de um de seus carros para dar de prêmio em um concurso da Best Buy.

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Claro que a nossa velha e boa propaganda não poderia ter ficado de fora dessa. E não é que os caras acabaram mandando muito bem no filme também. Dá uma olhada.

No final das contas isso tudo me faz pensar em como um game conseguiu ganhar status de cinema. Toda essa campanha e essas parcerias que estão sendo feitas para Halo 3 são típicas de filmes com investimentos milionários. O último que me lembro de ter feito coisas dessa magnitude foi Transformers, que, convenhamos, foi um dos maiores investimentos de Hollywood em 2007. É realmente impressionante a forma como Halo 3 está tomando todas as atenções da indústria de entretenimento nos EUA.

Alguém aí teria apostado que isso seria possível há dois anos atrás?

 

 

 

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