advogados do diabo, do bem
escrito por Mastropietro Luiz em 22/12/2009 | Sem comentários
categorias: Quotes
Sobre a necessidade do mindset de advogado do diabo dentro das empresas:
??“The first rule of business, is never sell something you love. Otherwise you may as well be selling your children”.
– Hugh Macleod
“80% of CEO’s believe their brand provides a superior customer experience. 8% of their customers agree.”
– in Bain & Company
Via Armano.
batalha dos quotes
escrito por Werner Iucksch em 24/07/2009 | 2 comentários
categorias: Quotes
Pensamentos muito bem expressos, mas contrários.

“Se anunciantes gastassem o mesmo dinheiro em melhorar seus produtos quanto eles gastam em publicidade, aí não precisariam anunciá-los”
ou
“Publicidade é totalmente desnecessária. A menos que você queira ganhar dinheiro”
Qual te parece mais adequado?
insight ilustrado
escrito por Mastropietro Luiz em 03/06/2009 | Sem comentários
categorias: Quotes

Via InfluxInsights
Estalo relacionado:
Processos
quote da vez
escrito por Werner Iucksch em 01/06/2009 | 4 comentários
categorias: Quotes

The Future of the Internet and How to Stop It
futuro do pretérito
escrito por Mastropietro Luiz em 08/05/2009 | Sem comentários
categorias: Pesquisa, Quotes

“Trying to predict the future based on research is like trying to drive a car by looking in the rear-view mirror.”
Marshall McLuhan
Mais um great quote for planners do Meme Huffer
inovação na ponta da língua
escrito por Werner Iucksch em 29/01/2009 | Sem comentários
categorias: Quotes
Quotes sobre inovação tiradas do libro “The Myths of Innovation”, de Scott Berkun. Alguns são matadores como por exemplo:
“Idéias inovadoras raramente são rejeitadas por conta do seu mérito; elas são rejeitadas pela maneira que fazem as pessoas se sentirem”
Veja tudo que o Brand Autopsy selecionou:
projeto de marca
escrito por Felipe Senise em 13/10/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento, Quotes

“O projeto da marca não designa apenas a estratégia da marca, seus planos de desenvolvimento explícitos, suas decisões de lançar novos produtos, de diversificação ou de penetração em novos mercados. Claro, todos esses elementos estão contidos no projeto de marca, mas o que faz sua especificidade e sua importância, em um contexto de mercado pós-moderno, é a capacidade que ele tem de propor um horizonte de sentido, de identificar uma proposição de tipo semiótica ou sociocultural que seja pertinente, original e atraente para este público. Mas é preciso sobretudo que essa proposta faça sentido para esse público. É preciso que os indivíduos possam integrá-lo aos seus projetos de vida, a suas preocupações, a suas interrogações, ao contexto prático de sua vida cotidiana. É preciso que eles possam se encontrar nesse projeto, e ver em que medida ele contribuirá para dar sentido a sua experiência, como ele vai ajudá-los a “funcionar” melhor como indivíduos em um contexto de consumo e em um espaço social cada vez mais complexo”
–
Trecho retirado do livro A Marca Pós-moderna, de Andrea Semprini.
o dilema entre o certo e o interessante
escrito por Mastropietro Luiz em 05/09/2008 | Sem comentários
categorias: Quotes
Dave Trott, sobre o dilema entre o “certo” e o “interessante”:

“I always tell students they will usually have to make a choice.
On the one hand: being right, but dull.
On the other hand: being wrong, but interesting.
So which should they choose?
I say go for interesting every time.
Why doesn’t most advertising work?
Because it’s ‘right’.
It’s been debated, discussed, argued, briefed, researched, debriefed, rebriefed, until it’s ‘right’.
And that’s the problem: it’s right.
It’s not interesting.
It’s not interesting, so no one notices it.
No one notices it so no one remembers it.
No one remembers it so it doesn’t work.”
______________
Eu simpatizo com a visão do Dave. Mas na minha visão, a foto do post faz um contraponto: de nada adianta ser interessante sem ser relevante.
Via Brief do Lombo
O preço da propaganda
escrito por Mastropietro Luiz em 04/08/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento, Quotes

Certo dia o designer Yves Behar deixou escapar uma interessante frase durante uma palestra:
“advertising is the price companies pay for being un-original”
A platéia foi ao delírio. Alguns publicitários ficaram putos.
Essa frase do Yves é velha, mas nesta semana testemunhei uma prova viva desse pensamento. Durante um papo de bar entre nerds onde o assunto era computador, um dos integrantes da mesa soltou a frase: “A Apple tá sempre aí, porque faz um monte de propaganda, são mestres do marketing”.
Mas pera aí, a Apple faz propaganda no Brasil?
Que eu me lembre eu só vi propaganda da Apple na faculdade, quando me mostraram o clássico 1984, e um ou outro ‘reclame’ no YouTube. Mas nunca vi propaganda da Apple no Brasil.
Enfim… as pessoas falam da Apple porque ela faz produtos que merecem atenção, que despertam paixão. E ela não precisa estar na contracapa da Veja para ser falada. Já a Dell, por exemplo, está toda semana na Veja e nunca vi ninguém exaltando os produtos, e muito menos falando sobre a propaganda dela. O máximo que ouvi foi “colá lá que tá em promoção”.
Enfim, para desovar produtos que não são originais, não tem nenhum grande diferencial, ou não despertam a paixão de ninguém as empresas só tem uma saída: fazer exatamente aquilo que o Yves Behar disse.
Estando ou não do lado do Yves, tem uma coisa que é indiscutível: propaganda funciona, e pode vender. Ser original ou não é outros quinhentos.
some hope for us
escrito por Felipe Senise em 06/06/2008 | Sem comentários
categorias: Ad, Inspiring, Quotes
“You want to make a movie, write a musical or turn your poetry into animations you don’t have to leave the advertising business, you’re already in the right place.”
Dito por Martin Scorsese, em discurso de agradecimento no Clio Awards, onde foi ouro com Key to Reserva, para Freixenet.
Quem não viu isso ainda, não deixe de dar play logo abaixo.
Via The Good Stuff
O mapa mental do planejamento
escrito por Mastropietro Luiz em 19/03/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento, Quotes
Vira e mexe alguém me pergunta: e você, o que faz da vida? E eu retruco: trabalho com planejamento de comunicação. Curiosas com a resposta, geralmente as pessoas rebatem: Mas o que seria isso? O que você faz no seu dia dia? E cada vez que eu explico, conto uma história de um jeito diferente, inventando novas funções para o meu próprio trabalho.
Bom saber que não sou só eu.
Ainda existem muitos significados, crenças, lendas e paradigmas a respeito do trabalho de um planejador. Dificilmente alguém categoriza um planejador como um engenheiro, um advogado ou um pedreiro. Mas afinal, o que está por trás da palavra “planejamento”? Uma professora da University of Texas de Austin fez essa pergunta a alguns alunos, pedindo a eles para desenharem um mapa mental das associações e significados do “account planning”. Veja só no que deu:
Tem gente que enxerga o planejamento como um mergulho multi-sensorial em busca de evidências.

Tem gente que enxerga o planejador como um ninja dotado de ferramentas super poderosas para gerar insights que dão resultado.

Já este sujeito (tá na cara que é homem pela letra) fez um mapa mental que confunde qualquer um, mas também ilustra o quão confuso é definir o trabalho de planejamento.

Enfim, cada um define o que é planejamento da sua própria maneira. E é por isso que quando perguntamos “o que é planejamento” surgem respostas simples como esta:

Se representação do planejamento através das imagens é assim, como ele seria representado através das palavras? O APG da Romênia perguntou a alguns planejadores consagrados de Londres: “O que é planejamento?”. Veja só o que eles responderam.
Russell Davies: “É o pensar antes do fazer”.
Richard Huntington: “Fazer a propaganda funcionar – nada a mais, nada a menos”
John Robson: “Fornecer uma visão incisiva, direta e pura da marca”
Janet Grimes: “Os planejadores tem um senso crítico para entender a diferença entre estímulo e resposta, e entende qual o estímulo que ele precisa realizar para provocar a resposta desejada.”
John Griffiths: “O Planejamento é uma função desenhada para agregar valor ao trabalho em equipe. Em uma agência de propaganda isso significa realizar trabalhos mais efetivos – e isso é alcançado quando conseguimos nos conectar com a nossa audiência – assim como com o cliente e o juri criativo!”
Defininições à parte, talvez uma das coisas mais interessantes do trabalho de um planejador é não ter uma definição fechada sobre a sua atividade. E controvérsias à parte, por enquanto simpatizo mais com o veredicto brando e simplista do Russell: “é o pensar antes de fazer”. Ou com a falta de um veredicto. ;)
E você, como definiria o trabalho do planejamento?
Se alguém quiser fazer o seu ‘mapa mental do planejamento’ é só mandar para estalo@estalo.org que a gente publica por aqui.
uma visão sobre propaganda
escrito por Mastropietro Luiz em 18/01/2008 | Sem comentários
categorias: Pensamento, Quotes
“Advertising’s function is to make the worse appear the better”
George Santayana
Meio pessimista, meio radical. Mas se for pensar… ele até tem razão. A Ferrari, por exemplo, não faz propaganda…
para passar para cliente (e também alguns atendimentos)
escrito por Werner Iucksch em 18/01/2008 | Sem comentários
categorias: Quotes
“Não sei qual o segredo do sucesso, mas o do fracasso é querer agradar a todos”
comediante americano
quote para começar a semana
escrito por Felipe Senise em 14/01/2008 | Sem comentários
categorias: Quotes
“Se o cérebro humano fosse tão simples que pudéssemos entendê-lo, seríamos tão simples que não o entenderíamos”
(Lyall Watson, biólogo inglês)
A primeira frase de 2008
escrito por Mastropietro Luiz em 07/01/2008 | Sem comentários
categorias: Quotes
“It is our responsibilities, not ourselves, that we should take seriously.”
Peter Ustinov, ator e escritor inglês.
