Propaganda e crianças
escrito por Werner Iucksch em 22/04/2010 | 8 comentários
categorias: Cultura Pop
Caracas, que medo de mim mesmo…
cards of change
escrito por Felipe Senise em 12/05/2009 | Sem comentários
categorias: Cultura Pop
O Cards of Change dá uma boa sugestão para quem está mudando de empresa, de agência, de carreira, de vida.
Você pega seu cartão de visitas e adapta ele para a sua nova fase.
As manifestações são as mais diversas: alívio por ter deixado o lugar que estava, raiva da antiga carreira, férias com a namorada, promoção do novo negócio. Tem de tudo, bem legal.



mapas do pecado
escrito por Werner Iucksch em 12/05/2009 | Sem comentários
categorias: Cultura Pop, Pesquisa
Parece nome de novela da Record, mas é isso mesmo que um pessoal da Universidade de Kansas fez: pegou um montão de dados e plotou no mapa dos EUA para mostrar a propensão de cada localidade executar algum dos 7 pecados capitais. Visualização criativa de informação. Demais.
Como não podia deixar de ser, vermelho significa que tem mais gente pecando e azul quer dizer que tem mais santinhos no local… Reparem que pode-se falar de tudo, menos que americano é preguiçoso. Como disse um: “executar os outros pecados deve dar trabalho”.
Inveja

Ganância

Preguiça

A metodologia é muito louca, da para criticar de mil maneiras, mas prefiro ver o lado bom do trabalho. Clique aqui para ler a respeito. Vendo isso só tenho medo de pensar em como seria um mapinha desses no Brasil ;-)
Veja o restante dos mapas clicando abaixo
+Leia o texto na íntegra
e o melhor emprego do mundo é dele
escrito por Mastropietro Luiz em 06/05/2009 | Sem comentários
categorias: Cultura Pop
Estalo relacionado:
Retorno sobre o investimento na campanha de Queensland
your business card is crap
escrito por Felipe Senise em 14/04/2009 | Sem comentários
categorias: Cultura Pop
Dica do Evandro
o capitalismo vermelho
escrito por Felipe Senise em 23/03/2009 | Sem comentários
categorias: Ad, Cultura Pop

Eu sempre me diverti muito vendo coisas como essa acima. Transformar ícones comunistas em produtos de consumo de massa sempre me pareceu genial.
Isso costumava ser um fenômeno na área de bens de consumo. Na propaganda mesmo eu pouco via. Acho que a primeira vez foi com a vodka Stolichnaya, que usou a “revolução” como instrumento a favor do capital. Mas aí tem uma desculpa, né? A vodka é russa, de 1917, aquela coisa toda. Dá para entender.
Agora, nos últimos meses vi pelo menos duas “popagandas” com temática comunista: a revolução da esfiha barata do Habib’s e o manifesto pela igualdade de IPI de Chysler, Jeep e Dodge (sem contar o Skavurska, que é meio comuna também).
Eu continuo achando divertidíssimo ver os comedores de criancinhas ajudando a propagar o “capetalismo”.
Deve ser tudo culpa do comuna do Obama.

diversos jeitos de matar uma ideia
escrito por Felipe Senise em 19/02/2009 | Sem comentários
categorias: Ad, Cultura Pop
O post em que eu li isso é do final do ano passado, muitos de vocês devem ter visto, mas não podia deixar de registrar aqui no Estalo.
Tem mais de onde veio esse, depois do jump.
você sabia?
escrito por Mastropietro Luiz em 17/12/2008 | Sem comentários
categorias: Cultura Pop, Pesquisa
Criando mundos
escrito por Werner Iucksch em 11/11/2008 | Sem comentários
categorias: Apresentações, Cultura Pop, Pensamento
Esses dias atrás eu falei da necessidade de criar mundos (ou pelo menos contextos interessantes) para marcas. Acabei fazendo uma pequena apresentação sobre isso para um curso que eu estou fazendo e achei que vale a pena dividir com todo mundo:
Acho interessante a seguinte perspectiva: quando se cria mundos, é necessário ter um mix entre conteúdo “horizontal”, de grande cobertura e mais fácil assimilação (geralmente TV e mídias de massa em geral), para fazer com que as pessoas tenham o primeiro olhar sobre esse mundo; e conteúdo “vertical”, onde quem se encantar com o mundo pode se empanturrar de coisas NOVAS e até mais inovadoras (como internet e mídias mais segmentadas permitem fazer bem).
Acertar nesse mix é um grande desafio para quem desenvolve marcas em geral, pois o conteúdo vertical tende a exigir muito mais “horas/homem” e atinge um número menor de pessoas. A pergunta de um milhão de dólares é “o quanto essas pessoas valem para a marca?” Isso determina até onde vale a pena desenvolver o mundo de uma marca. Aqueles que vão atrás de profundidade provavelmente serão os embaixadores, os fanáticos, os caras que vão convencer outros a mudarem de marca. Isso vale muito, mas quem tem bala para embarcar nessa de criar mundos (e ser fiel a ele ao longo de vários anos, resistindo à tentação de mudar tudo a cada 12 meses para mostrar trabalho)? Poucos, pelo menos até o momento.
Como a apresentação menciona, ainda não existem muitos critérios para saber se o mundo está sendo desenvolvido de forma consistente; e medir o impacto da criação deste mundo (como já aconteceu comigo), é muito complicado, pois as Millward Browns da vida só medem o efeito das peças separadamente e normalmente fora do contexto em que ela foi “consumida”. Na dúvida, muita gente prefere continuar ligando para a Globo e para a Abril para ver o que dá para fazer.
(PS – deixei a função de download habilitada para quem quiser ter como referência.)
nizan não tem mais um ponto
escrito por Mastropietro Luiz em 22/10/2008 | Sem comentários
categorias: Cultura Pop
“Não invista no novo, não invente, siga o conhecido”
“Não haverá solução criativa, apenas solução dolorosa”
“O melhor conselheiro não será o talento e a coragem, mas sim o medo e a disciplina”
“Até segunda ordem nas nossas empresas ninguém tira férias, não há aumento”
“Adoro fazer musiquinha”
“Eu não quis ser Chico Buarque, eu quis ser Roberto Carlos”.
UPDATE: Como temos o privilégio de o blog ser uma ferramenta “editável”, vamos manter esse espaço para consolidar os quotes-pérolas do Nizan. Quem quiser ajudar a rechear a lista, deixe sua contribuição nos comentários (com fonte, please).
> Eu quero um comercial burro. [vídeo]
–
Estalo relacionado:
Nizan tem um ponto
O cego e publicitário
escrito por Mastropietro Luiz em 27/08/2008 | Sem comentários
categorias: Ad, Cultura Pop
O texto é velho, praticamente um clássico da cultura pop da propaganda, mas continua interessante. De forma simples, mostra a diferença que pequenas atitudes podem causar. Mostra a diferença entre o racional e o emocional, o óbvio e o surpreendente, entre a cegueira e a luz:
__________________________
Era uma tarde gostosa em Paris.
Havia um cego sentado na calçada, com um boné aos seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: “Por favor, ajude-me, sou cego”.

Um publicitário que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola.
Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu o seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras”.
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é Primavera em Paris, e eu não posso vê-la”.
green is the new black
escrito por Felipe Senise em 26/08/2008 | Sem comentários
categorias: Cultura Pop, Design, Inspiring
Há uns dois meses o Fernand Alphen da F/Nazca escreveu um post muito bom no Blog do GP, chamado Propaganda e Sustentabildiade. A idéia – reduzindo grosseiramente o que ele escreveu – é que a indústria da propaganda prega sustentabilidade pelos quatro cantos por meio de suas marcas, mas ela própria não atua de forma sustentável, já que ela não compensa o grande impacto cultural que suas mensagens causam na sociedade.
Incontestável. Não fazem e dificilmente o farão. Essa provavelmente é uma daquelas contradições internas do sistema que Marx teorizou a exaustão em seus estudos. Quando você estimula e incentiva comportamentos entra em um caminho de mão única, sem retorno a vista.
Porém, notem que a idéia não é anular o impacto, mas sim compensá-lo de alguma maneira. As indústrias de bens de consumo entram por caminhos já conhecidos (e até desgastados apesar de necessários) para equilibrar a balança. Mas e a indústria da propaganda, das idéias comerciais, o que tem feito?
Em geral a resposta é “pouco, muito pouco”, para não dizer nada. Porém, vi uma coisa muito legal que aconteceu recentemente em Porto Rico.
A Heineken tirou o foco da sustentabilidade de suas garrafas e resolveu reciclar a sua propaganda (!). Explico: a comunicação dos caras sempre usou e abusou de outdoors de lona, que depois do tempo de veiculação iam para o lixo. A idéia foi contratar um estudiozinho de costura e utilizar o material dos outdoors para fazer bolsas. Bolsas de material reciclado de propaganda.

Como a marca é muito querida em Porto Rico, se tornou um objeto fashion, vendido nas butiques mais famosas da região, sob a chancela “Heineken: Vive verde”.

Dá uma olhadinha no video-case.
Idéia simples, mas que partiu de um pensamento novo: o que a propaganda pode fazer para compensar o impacto cultural que causa nas pessoas? Como disse o Fernand no fim de seu post: “Quando a propaganda reconhece seu compromisso com o nosso futuro, ela vira cultura. E quando ela vira cultura, ela é melhor”.
Que tal o multitouch da Globo?
escrito por Werner Iucksch em 05/08/2008 | Sem comentários
categorias: Cultura Pop, TV
Neste domingo a Globo lançou um gadget novo na sua programação, uma telona que responde ao toque, veja só:
O brinquedo me parece legal. Os caras que inventaram o dispositivo falam da possibilidade de duas pessoas usarem o negócio ao mesmo tempo, tipo, acabar com termo “PC” (personal computer). Sei lá, já imagino o Galvão Bueno brigando com o Falcão para ver quem manda na telona.
Uma equipe do G1 entrevistou um dos caras que desenvolveram o produto:
Então, o que você acha? Quer um para trabalhar em conjunto com sua equipe? Que tal um brainstorm com isso?
(para saber mais vale a pena dar uma lida no artigo do G1, bem como colar no site da empresa que faz a tela, que tem uns videos legais com mais usos para o produto)
seria cômico se não fosse trágico
escrito por Felipe Senise em 24/07/2008 | 5 comentários
categorias: Cultura Pop
A nova política dos videoclipes
escrito por Caio DelManto em 03/06/2008 | Sem comentários
categorias: Arte, Atitude, Cultura Pop
Que a música sempre teve um papel político é óbvio. Quem não se lembra de Sunday Bloody Sunday, clássico do U2? Ou ainda ‘Nós não vamos pagar nada’ da época que o Titãs ainda tentava sobreviver? Isso não é novidade pra ninguém, mas pensando no assunto me vieram algumas perguntas (meio complexas) na cabeça: com toda mudança do consumo de videoclipes (saindo da MTV e indo para Youtube e redes sociais), o quanto essas músicas podem se enfraquecer? Ou ainda, o quanto a linguagem do videoclipe se altera com esse novo consumo de videoclipes? Como usar a linguagem de videoclipe como uma arma para divulgação da própria música e banda. Uma das minhas bandas favoritas, o Coldplay, teve uma idéia simples e que ta com mais de 1,5 milhões de views no Youtube e com vários vídeos resposta.
Assista primeiro ao vídeo ‘teaser’.
E depois a versão ‘oficial’.
Muito bom! Será que essa será a nova política dos videoclipes?

