arte viva, inspiração aquática

escrito por Werner Iucksch em 02/03/2010 | Sem comentários
categorias: Arte, Inspiring

Poucas coisas são tão intrigantes quanto o mar. Bem debaixo de nossos narizes, na costa, está um outro mundo belo e poético.

Como se percebe, já mudou meu humor só pensar a respeito. Então fico realmente empolgado com idéias como da autoridade turistica da Isla Mujeres, no México, que está criando o maior museu aquático do mundo, com 400 esculturas, para que atraia turistas. O conceito é belíssimo, já que as esculturas estão sendo feitas com material que facilita o crescimento de algas e corais. As obras de arte irão se modificar, evoluir, ganhar vida com o tempo.

Parabéns a quem põe a cabeça para pensar.

 

 

 

bandinha para sexta-feira

escrito por Werner Iucksch em 23/10/2009 | Sem comentários
categorias: Arte

Fazia um tempo que a gente não colocava nada sobre conteúdo que as pessoas de fato estão interessadas em consumir por aqui, criatividade desejável, por assim dizer. Aproveitando que é sexta eu resolvi colocar uns vídeos de uma bandinha nova que apareceu em Londres esses dias: “The XX”. Molecada com som harmonico, passada calma, uma coisa boa que vem devagar. Divirta-se:

Veja mais:
– MySpace: http://www.myspace.com/thexx
– Site da banda: http://thexx.info/

 

 

 

a evolução do light drawing

escrito por Werner Iucksch em 03/09/2009 | 2 comentários
categorias: Arte

Light drawings estão cada vez melhores, fiquei de cara com as imagens que vi hoje. Há uns tempos atrás isso era experimento . Ficava legal, mas hoje tem gente que é profissional na área e isso está rendendo imagens belíssimas, como essas abaixo. E os caras do LAPP, fonte deste deleite visual garante, tudo sem photoshopagem, só exposição prolongada e luzes adequadas nos momentos certos.

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+Leia o texto na íntegra

 

 

 

histórias picadas

escrito por Werner Iucksch em 16/07/2009 | Sem comentários
categorias: Arte, Cartoon

Há mil e uma maneira de contar histórias. Algumas novas favoritas no reino do stop motion:

O mais louco: dá para fazer em casa…

Estalo relacionado:
A onda do stop motion

 

 

 

fotografia 1 x 0 gravidade

escrito por Werner Iucksch em 18/02/2009 | Sem comentários
categorias: Arte

O chinês Li Wei tem um ponto de vista muito legal sobre fotografia: região sem leis.

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Tipo da coisa que inspira.

Veja mais do trabalho deste fotógrafo clicando aqui

(com dica do UOL Entretenimento)

 

 

 

informação inspiradora

escrito por Werner Iucksch em 05/02/2009 | Sem comentários
categorias: Arte, Cool

Uma dos grandes benefícios da net é o poder de compartilhar e ter acesso ao trabalho e idéias de outras pessoas. Além do conteúdo, muitas vezes a maneira como o mesmo é apresentado já me faz prestar atenção. Maneiras novas e velhas de visualizar informação estão disponíveis para todos, então resolvi colocar uma ou outra coisa que tem por aí para inspirar o dia de quem tá lendo o post:

Como contar sua viagem ao Japão:


This is Japan! from Eric Testroete on Vimeo.

Como mostrar os hábitos de consumo de telecomunicação:

Como mostrar som:

Para quem se interessa, dá para começar visitando o Pool de Data visualization do Flickr, Visual Complexity e Information Aesthetics. E continuem lendo o post para dar uma olhada em mais exemplos sensacionais.

+Leia o texto na íntegra

 

 

 

converse century

escrito por Werner Iucksch em 21/09/2008 | Sem comentários
categorias: Arte, Cool, Design, Inspiring

Ontem eu estava assistindo um canal de música desses qualquer, quando lá pelas 2 da matina passou o clipe abaixo. Achei o formato muito louco. Recortes animados, cenários minimalistas e ritmo pegajoso, uma cooperação entre Julian Casablancas, Santogold, NERD e Pharrell Williams. Pensei em coloca-lo como referência aqui no Estalo.

Minha surpresa foi quando achei o clipe no YouTube e li que ele, na verdade, é parte da campanha Converse Century (também conhecida como “Conectivity”), que celebra os 100 anos da marca. Esse clip na verdade foi idealizado pela Anomaly em parceria com a Cornerstone Promotion e quer transmitir a mensagem que todos estão conectados de alguma forma (como os bonecos de papel do vídeo).

estalo

Evidentemente fui atrás para ver o que mais eles estão fazendo neste ano tão especial para a marca e achei legal a diversidade de ações, não só nos EUA.

Aliás, a campanha roda em 75 países, então tem muita coisa. +Leia o texto na íntegra

 

 

 

wiki witch of portobello

escrito por Werner Iucksch em 24/08/2008 | Sem comentários
categorias: Arte, Web

Ainda sobre wikis. Achei muito inteligente a maneira que Paulo Coelho (ou dos seus agentes, não importa) encontrou para traduzir o livro “A Bruxa de Portobello” para a telona.

Há várias razões para isso. Primeiro porque respeita uma das coisas mais básicas e mágicas da narrativa escrita: cada leitor imagina as cenas de uma forma. Segundo porque a maneira como foi feita amplifica de forma muito significativa a idéia e, por último, porque não custa praticamente nada para o estúdio que vai comercializar o filme.

Essa história começou mais ou menos um ano atrás com sugestivo nome de “The Experimental Witch Project”. A idéia foi pedir aos leitores que fizessem curta metragens do livro, escolhendo o ponto de vista de qualquer um dos personagens para guiar sua história. Dessa maneira o custo de produção não fica proibitivo para muitos não-filhos de banqueiros e diversas versões da personagem principal, Athena (que aparentemente não é narradora de nenhum dos capítulos) ganham vida pelas lentes de pessoas do mundo todo, exatamente como o livro faz (o livro é narrado por diversos personagens diferentes, sempre dando sua perspectiva sobre Athena). A idéia da competição, neste sentido, está extremamente alinhada com o livro.

Acho que esse filme explica bem a idéia:

Cada premiado por melhor curta ganha 3000 euros e cada premiado por melhor trilha sonora (para cada personagem) leva 1500 euros. Segundo o blog do projeto, mais de 6000 pessoas inscreveram suas criações na competição.

Num futuro próximo vai sair um filme de fato com todo esse material. Ele será inscrito em festivais e eventualmente aparecerá nos cinemas por aí. Por enquanto, porém, podemos ter uma amostra com um dos curtas que ganhou, retratando a visão de um agente da Scotland Yard (é, o livro se passa em Londres):

Agora, seria mera coincidência que o livro é feito de maneira perfeita a possibilitar esse esquema todo? (capítulos contados por personagens diferentes, a personagem principal nunca dá a sua versão da história, etc). Ah, para adicionar pimenta: a editora do Paulo Coelho é da News Corp, que também é dona da 20th Century Fox e diversas outras empresas de cinema.

Bom, o fato é que se isso foi planejado desde quando foi assinado o contrato para o livro, esses caras estão mais do que de parabéns, queria participar de uma equipe dessas.

 

 

 

wiki clip: chemical brothers

escrito por Werner Iucksch em 22/08/2008 | Sem comentários
categorias: Arte

Não sei se muita gente já viu isso, mas o Chemical Brothers vai lancar um CD novo semana que vem e, para promovê-lo, uma das coisas que eles estão fazendo é um projeto em conjunto com o Google Earth.

Brotherhood

A idéia é que o clipe seja construído pelas pessoas, usando a música “Midnight Madness” como inspiração. No site deles tem um brief do negócio, mas basicamente cada pessoa tem que mandar uma foto ou filme de até 20 segundos que celebre a loucura que rola entre o anoitecer e o amanhecer, fazer o upload disso no site deles e em seguida faça um geo-tag, no Google Earth, de onde o filme/foto foi feito.

Particularmente gosto da ideia de pedir pedaços de filme para a galera, mas garantir a liberdade de editar da maneira que os artistas, ao invés de simplesmente fazer um concurso do melhor clipe (até porque assim mais pessoas conseguem participar), mas realmente fiquei curioso para saber o que os caras querem fazer com o geo-tag. Bom, vou descobrir dia 1 de Setembro, quando o clip estréia no You Tube.

Fico pensando, se eu trabalhasse para Nokia, Canon ou coisa do gênero, iria querer coisa assim pra minha marca. Iria incentivar as pessoas a usar a camera do celular, usar o GPS e assim por diante. De qualquer forma, como já vimos dezenas de vezes, prestar atenção no que essa turma mais vanguardista faz (e, melhor, juntar-se a eles) pode render dividendos que milhões em TV simplesmente não são capazes de atingir, pois isso é inovação e não tem muita coisa inovadora em pegar o telefone e ligar pra globo.

——UPDATE

Eis o video:

 

 

 

b(r)and experience é isso aí

escrito por Werner Iucksch em 21/07/2008 | Sem comentários
categorias: Arte, Cool, Inspiring

Volta e meia a gente dá destaque a maneiras diferentes de mostrar informação, transformar um raciocínio possilvemente complexo em algo criativo e prazeroso poucas vezes é fácil. Novas maneiras de fazê-lo são hiper bem-vindas. Por essa razão estava aguardando com alguma ansiedade o clip novo do Radiohead, “House of Cards”, que foi realizado sem usar câmeras.

Tudo aconteceu empregando luzes especiais e laseres que normalmente são usados para medições de terrenos, captando coordenadas espaciais e então formando imagens 3D. A aparelhagem roda 360 graus, cerca de 900 vezes por minuto e vai computando os dados. Vejam os resultado:

Essa idéia por si só é fantásticas, mas o mais louco é que justamente porque o resultado é captado em milhares de coordenadas geométricas, fica mais ou menos fácil de alterar o resultado visual da coisa, sem final cut, after effects nem nada do gênero, bastaria ter os dados brutos disponibilizados. E o Radiohead fez isso. No Google code é possível fazer o download dos pacotes de dados e fazer sua versão do clipe. You Tube afora já existem dezenas de resultados dessa interatividade:

Como Thom Yorke declarou e deveríamos, creio eu, aprender: “I always like the idea of using technology in a way that it wasn’t meant to be used” (Sempre gostei da idéia de usar a tecnologia da maneira como não é para ser usada).

Demais.

(com help do Information Aesthetics)

 

 

 

A nova política dos videoclipes

escrito por Caio DelManto em 03/06/2008 | Sem comentários
categorias: Arte, Atitude, Cultura Pop

Que a música sempre teve um papel político é óbvio. Quem não se lembra de Sunday Bloody Sunday, clássico do U2? Ou ainda ‘Nós não vamos pagar nada’ da época que o Titãs ainda tentava sobreviver? Isso não é novidade pra ninguém, mas pensando no assunto me vieram algumas perguntas (meio complexas) na cabeça: com toda mudança do consumo de videoclipes (saindo da MTV e indo para Youtube e redes sociais), o quanto essas músicas podem se enfraquecer? Ou ainda, o quanto a linguagem do videoclipe se altera com esse novo consumo de videoclipes? Como usar a linguagem de videoclipe como uma arma para divulgação da própria música e banda. Uma das minhas bandas favoritas, o Coldplay, teve uma idéia simples e que ta com mais de 1,5 milhões de views no Youtube e com vários vídeos resposta.

Assista primeiro ao vídeo ‘teaser’.

E depois a versão ‘oficial’.

Muito bom! Será que essa será a nova política dos videoclipes?

 

 

 

Pecha Kucha Night São Paulo

escrito por Luiz Yassuda em 17/04/2008 | Sem comentários
categorias: Apresentações, Arte, Cool, Inspiring

Lembram-se do papo sobre Pecha Kucha? Pois é, planners do meu Brasil varonil: vai acontecer a edição Paulista, organizada pelo Itaú Cultural, e fará parte da 4ª bienal de arte e tecnologia deles, o Emoção Art.ficial.

> Mais informações sobre o Pecha Kucha Night São Paulo.
> O nosso post sobre Pecha Kucha

via Radinho.

 

 

 

estalando daqui uns dias

escrito por Werner Iucksch em 31/01/2008 | Sem comentários
categorias: Arte, Cult

Como o Estalo também é cultura, nada melhor do que dar a dica:

Bob

Bob Dylan no Via Funchal, em SP, dias 5 e 6 de Março e no Rio Arena, no RJ, dia 8. Ainda não estão vendendo ingresso, mas quem for deve me encontrar lá. E se algum dia vc se interessou por música, tem a obrigação de pelo menos ver um pouquinho do último show dele (com os Stones) no Brasil, em 1998, aí abaixo:

Dá-lhe.

 

 

 

O que sobrou do céu…

escrito por Mastropietro Luiz em 29/01/2008 | Sem comentários
categorias: Arte

“Our real discoveries come from chaos, from going to the place that looks wrong and stupid and foolish.”
Chuck Palahniuk

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via Wooster Collective

 

 

 

do graffiti à pintura

escrito por Werner Iucksch em 16/01/2008 | Sem comentários
categorias: Arte

Quem curte um grafite e se encheu do Beco do Batman já tem o que fazer no final de semana. Abre amanhã, no espaço MAC USP Ibirapuera (que é um pedaço do pavilhão da Bienal, em SP) a mostra “Street Art – do graffiti à pintura”. A iniciativa é parte de um projeto bem maior de um grupo de italianos, “Italian Street Arts Meets the World”, que quer fazer um intercâmbio entre grafiteiros italianos com colegas do resto do mundo. O melhor: é de graça.

Por aqui são 10 grafiteiros brazucas e 10 italianos expondo diversos grafites incríveis. Colando lá, você verá obras inéditas (em telas e placas, já que não rolou pintar as paredes do MAC) como essas aqui:

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Clique abaixo e veja mais um pouco

+Leia o texto na íntegra

 

 

 

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