a farsa(?) do connections planning

escrito por Werner Iucksch em 19/10/2009 | 1 comentário
categorias: Apresentações

Neste final de semana rolou o “Planningness“, um congresso basicamente dedicado ao planejamento, com um foco em FAZER coisas ao invés do apenas FALAR.

Neste contexto, uma das posições que ganharam destaque nos últimos tempos foi a do “Connections Planner”, um cara que trata de COMO conduzir conversas com os consumidores, as maneiras mais adequadas de atingir as pessoas de fato (e não apenas os argumentos mais relevantes para isso).

Gareth Kay (head da Goodby) e Jason Oke (que entre outros co-fundou o Planning for Good) fizeram um favor a todos e botaram o pé na jaca. O argumento deles é que praticamente tudo que connections planners fazem até o momento não passa de spam, ou seja: lixo.

Vale a pena dar uma lida para entender o raciocínio e, principalmente, conferir sugestões de maneiras para virar o jogo.

 

One Response to “a farsa(?) do connections planning”

  1. rapha barreto Says:

    É uma discussão que exige alguma adaptação aqui pro Brasil, mas continua válida. Meu ponto sobre isso é muito simples: não creio que o mídia – o profissional de mídia brasileiro – seja cobrado pela criatividade. Esta, uma pena, é cobrada apenas da criação e, em alguns casos, de nós, planejadores de marca. O planner BTL, aliás, é o contrário pelo o que entendo – é mais cobrado mais pelo “channel” do que pelo “planning”. Enfim, acho roto o modelo de cobrança de perfomance nesses deptos. O mídia tem que ser cobrado e exigido por sua criatividade e não só pela entrega de rentabilidade (que a maioria faz de maneira primorosa, diga-se).

    ótimo post, cara.
    bj, rapha

     

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